sábado, 5 de novembro de 2011

Lixo Espacial




Existem hoje, sobre nossas cabeças, mais de 8.000 satélites artificiais na órbita terrestre. Desses, cerca de 60% estão desativados. Além dos satélites do Sistema de Posicionamento Global, satélites de comunicações, satélites científicos, satélites militares, também existe uma grande quantidade de lixo espacial.

Estão catalogados,  aproximadamente, cerca de 23 mil objetos grandes o bastante para serem rastreados por radar, inadvertidamente postos em órbita ou que se tornaram obsoletos. O número real varia, dependendo da agência que faz a contagem. Cargas que entram na órbita errada, satélites com baterias exauridas e restos de estágios propulsores de foguetes, todos contribuem para esse número, o que faz de nosso espaço, ainda a ser colonizado, um reflexo daquilo que sofremos aqui mesmo, na terra.

Embora qualquer coisa que esteja em órbita em volta da Terra seja tecnicamente um satélite, esse termo é tipicamente usado para descrever um objeto útil colocado em órbita com o propósito de executar uma missão ou tarefa específica.

O primeiro satélite a ser enviado para o espaço foi o soviético Sputnik , em 4 de outubro, de 1957, porém, após 92 dias, queimou na atmosfera terrestre.

Desde então, muitos acidentes acontecem no espaço sem que sequer saibamos e , embora digam que é pequena a ameaça que esses objetos representam para nós na superfície da Terra, existem relatos que contradizem tal afirmação.

A média de objetos do lixo espacial que reentram na atmosfera terrestre é 35 por mês e é fato que todos os objetos colocados em órbita um dia voltarão à Terra, embora isso possa levar centenas, milhares ou mesmo milhões de anos.
Um dos maiores objetos que já reentrou na atmosfera foi o estágio do foguete Saturno que em 1973 lançou o Skylab. O aparato pesava 38 toneladas e caiu no oceano Atlântico, em janeiro de 1975, passando cobre Los Angeles pouco antes de cair no Atlântico, perto dos Açores.

Cientistas insistem em afirmar que, felizmente (ou infelizmente), o lixo espacial ameaça mais os astronautas em suas naves no espaço do que as pessoas cá embaixo na Terra. A atmosfera acaba por consumir a maior parte dos fragmentos que poderiam cair, fazendo com que entrem em combustão antes de chegar ao solo.

Relatos como o de 2008, contradizem tal afirmação. Um estranho objeto, com um metro de diâmetro, caiu a cerca de 150 metros da sede de uma fazenda em Montividiu, interior de Goiás. Não houveram danos, mas, se por sorte ou estatística, não sabemos quando os números vão estar a nosso favor.

Houve outros relatos sobre a queda de lixo espacial em território brasileiro. Em 1995, fragmentos de um satélite chinês de comunicação caíram no interior de São Paulo, no município de Itapira, assim como em 1966, um tanque de combustível de um foguete Saturno, com um metro de diâmetro caiu na costa do Pará, sendo achado por pescadores.

O mais assustador foi o ocorrido em 11 de março de 1978, quando partes de um foguete soviético reentraram na atmosfera acima da cidade do Rio de Janeiro e caíram no Oceano Atlântico. Dizem os expectadores que foi um belo espetáculo. Inúmeros fragmentos, entrando em ignição devido ao atrito com a atmosfera, brilharam intensamente, enquanto “cortavam o céu”. Mas se a reentrada tivesse acontecido alguns minutos depois teríamos uma tragédia, pois a queda seria na área urbana do Rio e não no oceano.

Fatos como esse nos leva a refletir sobre os cuidados do homem em relação a uma região ainda em exploração, onde talvez tenhamos alguma esperança de viver quando não restar mais recurso algum na terra, também devastada pelo descuido e irresponsabilidade do ser humano.

Se não conseguimos que algo seja feito em relação a preservação ambiental após tantas histórias tristes que vem ocorrendo com nosso planeta, conseguiremos sensibilizar as autoridades sobre um lugar distante, onde para muitos, não passa de uma ilusão espacial?
Que satélites são essenciais para a nossa sobrevivência no mundo moderno, não há dúvidas, mas assim como nós devemos recolher o resto daquilo que consumimos, o lixo espacial deve ser coletado de maneira a nos preservar de uma provável chuva de ignorância.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Mensagem da semana: A fé




"Certa vez, um cosmonauta e um neurologista russos discutiam sobre religião. O neurologista era cristão, e o cosmonauta não. "Já estive várias vezes no espaço", gabou-se o cosmonauta, "e nunca vi nem Deus, nem anjos". "E eu já operei muitos cérebros inteligentes", respondeu o neurologista, "e também nunca achei um único pensamento."



domingo, 30 de outubro de 2011

Entrevista com o Leitor: Bruno Luiz






Mais uma novidade no Blog. 

Nossas obras literárias só permanecem vivas se houver, em algum lugar do mundo, alguém que abra as páginas daquilo que um dia foi apenas um sonho. Toda história, para ser contada, escrita ou interpretada, deve ter um coração receptivo àquilo que queremos mostrar.

Baseado nisso entra no ar a coluna "Entrevista com o Leitor", personalidade essa tão importante para nós e que raramente é visto em uma posição de destaque.

Essa coluna contará sempre com a ajuda de um leitor e, como recompensa, receberá alguns mimos em sua casa. Os mimos serão: Marcadores de página, folhetinhos, um cartãozinho personalizado e o primeiro capítulo do segundo livro da série "O Portal", ainda inédito. Mas tem que prometer que irá guardar segredo!

Na estreia da coluna, o meu convidado especial é: BRUNO LUIZ




1) Do que mais gostou no livro "O Portal"?

Bom, complicado, gostei de várias temáticas abordadas, mas o que mais me chamou atenção foi que mesmo sendo um livro de ficção, tinha muitos elementos reais, como a importância da família, dos amigos, do trabalho, de vencer, dar voltar por cima, abordados de forma natural, simples e objetiva.


2) Qual é o seu personagem preferido? Porque?

Boa pergunta, hummmmmm, não sei se é meu preferido, porque raramente me apego a um personagem, até mesmo porque em "O Portal" é possível se identificar com vários personagens. Mas o que me que me chamou muito atenção foi o Robert (nem lembro se é assim que se escreve), batalhou, foi atrás, mesmo no inicio a vida não sendo gentil com ele, continuou indo atrás do que realmente queria, sem contar que ao longo do livro vemos o quanto ele cresceu como pessoa, profissional, pai e marido. E não é clichê, hoje o maior exemplo que podemos dar a quem estar começando é que nunca se deve parar de crescer e sempre melhorar como pessoa.  


3) Para você, no primeiro volume, qual o gênero que mais se destacou: Romance ou suspense?

Sem dúvida o romance, e o maior suspense é saber quem Lizzie vai escolher. Kkkkk



4) Qual livro está lendo no momento? Indicaria este livro para outros leitores?

Estou lendo Dexter - Designer de um assassino. O titulo parece forte, mas quem conhece sabe o quanto a Série Dexter é tranquila. Recomendo sim, é um ótimo livro, meu interesse de ler este livro veio da série de TV, mas o livro é muito bom, mas admito que prefiro a série da TV.


Por fim deixo um grande abraço e parabéns pela iniciativa, assim como eu, aposto que tem muitas pessoas que admiram seu trabalho dispostas a falar um pouco, e esse feedback é muito produtivo. Antes que me esqueça, já estou ansioso pelo segundo livro \o/. 



Beijos Bruno! :*)


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Treze dicas para o escritor



Você escreve bem?
Se a resposta para a pergunta acima é “não”, você já parou para se perguntar o porque disso? Muitas pessoas simplesmente sabem que não escrevem bem e não fazem nada para mudar isso.
Ninguém nasce sabendo! Se você quer escrever bem e gostaria de mudar a sua situação, aqui vão algumas dicas rápidas que podem te ajudar no meio do caminho:
1.    Escreva muito.
2.    Leia muito.
3.    Agende um horário para você escrever.
4.    Procure comunidades de outros escritores.
5.    Para textos com muitas páginas, um esboço é fundamental.
6.    Não desista logo de uma idéia que não está funcionando. Faça ela funcionar!
7.    Sempre leve consigo um bloquinho de notas.
8.    Seja liberal com seus rascunhos. Escreva o que quiser e se forem numerosos, numere-os.
9.    Reduza, reuse, recicle.
10. Guarde sempre uma cópia do seu trabalho.
11. Se você está escrevendo sobre fatos, salve e organize suas citações.
12. Bons escritores nunca estão plenamente satisfeitos com seus textos.
13. Se entitule “escritor”.






Fonte: lifehack.org


Concurso Nacional Novos Poetas





Prêmio Poetize 2012

Concurso Nacional Novos Poetas

Inscrições Gratuitas
até 05 de novembro de 2011

Para mais informações acesse: http://www.premiopoetize.com.br/


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Entrevista para o "Devorador de Letras"


Um bate-papo descontraído com o querido blogueiro Marco Antônio. 

Nos fale um pouco sobre você.

Falar de nós mesmos é sempre uma tarefa difícil. Sou uma pessoa que acredita em finais felizes, adoro chocolate, coca-cola e sempre que possível, estou sorrindo. Adoro conversar com meus leitores, trocar idéias, palavras de incentivo. Tento dividir meu tempo entre as coisas que mais amo fazer: escrever, ilustrar, ler e atender crianças no meu consultório. Sonhar é essencial para que eu continue vivendo e finalmente, sou viciada em abraços.


Qual foi sua inspiração para escrever o livro?

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Mensagem da Semana: Torne-se oceano.







"Diz-se que mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada... os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua  frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. 
Voltar é impossível na existência.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano,  mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.  Assim somos nós, voltar é impossível,,, mas você pode ir em frente e se arriscar.

Coragem... Avance firme e  torne-se oceano." 

Osho

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